terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Funciona assim com os de minha "espécie": apenas a sétima cria de meu senhor poderá criar outros como nós. Porém quando meu senhor fizer sua sétima cria ele desaparecerá, deixando seu legado para outro. Espera-se que ele deixe seu legado para seu sétimo filho, mas isso não necessáriamente acontecerá, mesmo porquê nosso senhor estará preso as amarras infernais assim não podendo vir a cobrar aqueles que não seguiram suas instruções. Se o sétimo não for mantido no poder pelos subordinados do senhor, protegido daqueles que não o aceitaram no poder, então ele se tornará um fugitivo e enquanto não criar seu séquito e destruir a casa que o desonrou ele será um pária entre os de nossa raça.
Problema é que nos ultimos 3 séculos os desobediêntes andam se unindo e caçando os "puros", fazendo crias, proliferando a maldição de poucos e a tratando com descaso, como se fosse uma benção e não uma sina. Logo eles pagarão por isso. Enfraquecer as hordas com mestiços de terceira ou quarta linhagem é um erro muito crasso pois eles se esquecem de que o primeiro foi amaldiçoado por temer a morte, portanto ele nunca fez sua sétima cria e ainda está entre nós, com o conhecimento de milênios armazenado em sua mente e um poder que desafia até quem em outros tempos nos amaldiçoou. O que fazer agora? Vamos a guerra! Vamos matá-los todos e recomeçar tudo. As seis casas já foram jogadas em desgraça. As diasporas as destruiram, então eu reunirei os herdeiros das três casas restantes e os guiarei nessa guerra maldita até que os insurrentes sejam guiados ao pó e paguem, no inferno, por quebrar regras que conduzem nossos modas a tanto tempo. Só espero conseguir terminar isso antes do Primeiro começar, pois se ele começar será um banho de sangue que a humanidade terá de pagar junto pelo erro de jovens desavisados e mal treinados dentro de determinadas regras. Jovens muito anciosos por poder que não completamente compreendem a conseqüencia de suas ações e que agora pagarão por elas. Com a vida.
Que comece a nova era dos VAZIOS aqueles que um dia viveram mas já sem nenhuma alma habitando seus corpos, então imortais.

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